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Protótipo de jogo eletrônico para deficientes visuais é apresentado pelo PAV no 3º Senid

Apresentação do Simulador para Reabilitação de Pessoas com Deficiência Visual

Integrantes do Projeto de Acessibilidade Virtual do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul (IFRS) apresentaram o artigo "Simulador para Reabilitação de Pessoas com Deficiência Visual", que descreve um jogo eletrônico/simulador que está em desenvolvimento pela equipe. A apresentação ocorreu durante o 3º Seminário Nacional de Inclusão Digital (Senid), na Universidade de Passo Fundo, de 28 a 30 de abril.

Ao criar um protótipo de ambiente, o jogo tem o objetivo de auxiliar na reabilitação espacial e sensorial de pessoas que perderam a visão e demonstra que é possível formatar jogos acessíveis para cegos. O projeto aplicou conceitos de imersão em ambientes virtuais, através da utilização de som 3D, e técnicas para prover o controle total do usuário sobre a interface. Como meio facilitador da interação com o simulador, o teclado é utilizado como principal controle de entrada de dados, aliado à narração dos elementos visuais dispostos na interface.

O protótipo está em fase de finalização e novas fases, com diferentes níveis de dificuldade, serão criadas. A licença do projeto e de todos os recursos criados ou adaptados será disponibilizada de forma gratuita.

Integram a equipe de desenvolvimento: Fernando Sebenello Soares, Jason Scalco Piloti, Lael Nervis, Lucas Signor Schwochow e Márcio Bortolini dos Santos.

Sobre o jogo:

Ao começar o jogo, o personagem precisa buscar seu cão guia dentro de casa. O cão está latindo, o que ajuda o usuário a encontrar o caminho até a porta. Porém, a porta está trancada, obrigando o usuário a encontrar quatro chaves. As chaves aparecem uma após a outra e de forma dispersa pelo ambiente, emitindo sons, para que o usuário tenha a percepção da direção em que elas estão e da distância. Após encontrar as chaves, o personagem deve ir novamente até a casa e destrancar a porta, encontrando seu cão.

Enquanto o usuário tenta resolver esta tarefa, há diversos sons sendo emitidos no ambiente (sons urbanos, veículos, pássaros cantando, sons de irrigadores, além dos sons emitidos pelos seus passos, sua bengala e os latidos do cão). Assim, ele poderá desenvolver sua capacidade de percepção sonora e outros sentidos como espacialidade, percepção de distância entre objetos e direção. Durante todo o jogo, quando o usuário é requisitado a executar alguma ação, esta é narrada.

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