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Alunos do IFRS recebem instruções sobre como estudar no Canadá pelo programa Ciência sem Fronteiras

Estudantes do IFRS recebem instruções sobre programa Ciência Sem Fronteiras

Na tarde desta quarta-feira, dia 19 de junho, alunos de pelo menos cinco câmpus do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul (IFRS) receberam orientações de como participar do programa Ciência Sem Fronteiras. O projeto distribui bolsas de estudo no Canadá. Para apresentar o programa e os colleges canadenses, uma comitiva daquele país esteve no Câmpus Porto Alegre.

O representante da Associação dos Community Colleges Canadenses (ACCC), Paul Brennan, começou sua palestra explicando que seu país é multicultural, que o povo canadense é formado de imigrantes e que é muito receptivo a novas pessoas de lugares e culturas diferentes. Logo a seguir, mostrou um vídeo montado por estudantes canadenses e brasileiros que estudam no Canadá especialmente para ser reproduzido para estudantes brasileiros que se interessem por ter uma experiência no Exterior.

O que o governo brasileiro proporciona é seis meses de ensino de língua, inglesa ou francesa, no Brasil, depois, mais seis meses no Canadá, a menos que o estudante já tenha proficiência em uma das duas línguas. Logo após, seguem seis meses estudando na área escolhida e mais seis trabalhando. Nesse tempo, viverão com uma família canadense, em quarto separado, para melhorar a língua e incorporar a cultura. Todos os custos estão cobertos pelo programa Ciência Sem Fronteiras.

_ Você não vai somente para estudar e estagiar, mas para vivenciar uma nova cultura, ter uma nova experiência de vida. Quando eu tinha a idade de vocês, fui estudar na China por dois anos. E quando voltei, tive várias oportunidades de emprego não pelo o que estudei, mas pela pessoa diferente em que me tornei _ explicou Brennan.

O canadense explicou também que o crescimento profissional ocorre, mas o crescimento como pessoa é muito maior. Que quando se estuda no Exterior se adquire muita tolerância a outras culturas e ganha-se auto-estima.

Os alunos brasileiros de cursos superiores das áreas prioritárias do programa serão pré-selecionados pelas suas respectivas instituições. Os institutos canadenses oferecem uma ampla variedade de cursos de graduação e pós-graduação na área tecnológica. Alunos dos institutos federais brasileiros que cursarem um programa de pós-graduação (especialização) canadense poderão obter uma credencial reconhecida internacionalmente, ao mesmo tempo em que completam seus estudos e estágios referentes à sua certificação ou graduação brasileira.

Nesta quinta-feira, às 14h, a comitiva canadense estará na Serra Gaúcha, no auditório do Câmpus Bento Gonçalves do IFRS, falando também para estudantes dos câmpus Farroupilha, Caxias do Sul e Feliz.

 

EDITAL ABERTO PARA IR AO CANADÁ AINDA ESTE ANO

Os Institutos Federais tem 1 mil vagas para estudantes no Brasil. Os interessados devem acessar o site do programa (www.cienciasemfronteiras.gov.br) e se inscrever até o dia 15 de julho.

 

ELOGIOS AO INVESTIMENTO EM EDUCAÇÃO NO BRASIL

Pela manhã, houve uma reunião interna entre os canadenses e reitores, pró-reitores e professores dos IFs gaúchos: o IFRS, o IF Sul-Rio-Grandense e o IF Farroupilha. Na ocasião, o representante da Associação dos Community Colleges Canadenses (ACCC), Paul Brennan disse estar muito impressionado com o crescimento do sistema educacional brasileiro nos últimos anos, principalmente com a criação dos Institutos Federais.

_ Tenho relacionamento e viajo por mais de 50 países. E sempre cito o bom exemplo do Brasil. Por duas razões. Primeiro: se você quiser falar em mudança, fale em educação. E o Brasil tem feito isso. Segundo: deve-se investir em educação pós-secundária acessível para todos. E o Brasil tem feito isso por meio dos Institutos Federais _ explicou o canadense.

O canadense relatou que os estudantes brasileiros que vão ao Canadá aprendem a língua muito rápido e se adaptam à cultura facilmente:

_ Por isso, não há problemas de termos cada vez mais brasileiros estudando no Canadá. E a nova geração de estudantes, do programa Ciência Sem Fronteiras é uma boa oportunidade para isso.

 

CIÊNCIA SEM FRONTEIRAS

Ciência sem Fronteiras é um programa que busca promover a consolidação, expansão e internacionalização da ciência e tecnologia, da inovação e da competitividade brasileira por meio do intercâmbio e da mobilidade internacional. A iniciativa é fruto de esforço conjunto dos Ministérios da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e do Ministério da Educação (MEC), por meio de suas respectivas instituições de fomento - CNPq e Capes -, e Secretarias de Ensino Superior e de Ensino Tecnológico do MEC.

O projeto prevê a utilização de até 101 mil bolsas em quatro anos para promover intercâmbio, de forma que alunos de graduação e pós-graduação façam estágio no exterior com a finalidade de manter contato com sistemas educacionais competitivos em relação à tecnologia e inovação. Além disso, busca atrair pesquisadores do exterior que queiram se fixar no Brasil ou estabelecer parcerias com os pesquisadores brasileiros nas áreas prioritárias definidas no Programa, bem como criar oportunidade para que pesquisadores de empresas recebam treinamento especializado no exterior.

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